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Uma campanha do Blog do Piracicabano Revoltado.
Boa tarde a todos os leitores do meu desabafo! Fraterni saluti ai cari fratelli a scuola!
Antes de qualquer coisa gostaria de me apresentar para os leitores que ainda não me conhecem.
Peço perdão por invadir a caixa postal de vocês (uma vez que não pediram tal mensagem). Mas informo que será uma vez só!
Meu nome é Luiz Paulo de Oliveira Santos, sou casado, tenho 37 anos, sou Analista de redes de computadores, professor Universitário aqui mesmo em Piracicaba e também em outras cidades da região, meu telefone celular é (19) 8147-8148, meu e-mail está no cabeçalho da mensagem, e embora não seja Piracicabano nato, me sinto Piracicabano pois minha mãe nasceu aqui, desde criança sempre visitei a cidade, e, desde 1987 é aqui que resido, e para mim Piracicaba é a minha cidade. É a cidade que escolhi para residir, e se Deus me permitir, pretendo morrer aqui! Conheço inúmeras cidades do Brasil e do exterior também, e não troco Piracicaba por nenhuma delas, mesmo tendo que respirar queimada de cana no inverno. Mas não é esse o assunto.
Tentarei ser breve, afinal de contas niguém tem tempo para perder, e duvido que as pessoas que deveriam ler o e-mail e tomar providencias, sequer o lerão!
Bem, vamos lá…
Sábado (28/11/2009) à noite eu sai de minha residência no jardim Elite e me dirigi ao Shopping Piracicaba com o desejo de assistir um filme em uma das salas do cinema de nosso shopping. E foi aí que meus desgostos começaram:
As 19h30 estava chovendo, graças à Deus! Pois com chuva a temperatura costuma baixar, a umidade do ar aumenta e nos proporciona uma sensação de bem estar, principalmente para dormir (o que eu devia ter ficado fazendo no conformto de minha residência)! Mas não! Eu queria assistir um filme no cinema em Piracicaba!
Ao chegar no shopping localizado na Avenida Limeira, o final da fila para entrar no shopping estava próxima ao Centro Empresarial Mário Dedini. Bem, até aí tudo bem, havia tempo suficiente, e como bom Brasileiro: AMO FILAS! Entrei na fila, esperei minha vez de adentrar os domínios do Shopping Piracicaba.
Chegando na entrada do Shopping alguns fatos começaram à contaminar meu humor, e, questionamentos afloraram do fundo da minha alma. Questionamentos como:
- Qual a idade do Shopping Piracicaba? Será que ninguém nunca se queixou dos pedestres atropelando os veículos na entrada?
- Será que os arquitetos/engenheiros/administradores do shopping já tentaram entrar ou sair do shopping (chegando ou saindo de ônibus)?
- Seria aquele caminho adotado pelos pedestres é o único para o ponto de ônibus?
- Quantas entradas tem o Shopping?
- Quem matou J.F.K.?
E outros questinamentos que nem cabe listar, do tipo:
- Em plana época de gripe suína, como é feita a higienização dos cartões que a máquina nos entrega? Afinal o cartão passa de mão em mão (sabendo apenas Deus quantas vezes ao dia).
- Os vigilantes (que orientam o trânsito interno do shopping) ganham algum tipo de adicional por trabalhar na chuva e no sábado à noite? Afinal eles merecem!
- Será que não gostam dos motociclistas? Caso contrário não colocariam o estacionamento de motos tão longe das entradas do recinto coberto.
Adentrei! Desafio 2: Achar uma vaga! E andei, e andei, e andei e andei! E achei, depois do fatídico décimo quinto minuto. Alias, tinha uma exposição / comercialização de veículos no estacionamento do Shopping. Eu acho engraçado, porque será que não colocam a exposição nos confins do estacionamento e priorizam os clientes e visitantes do Shopping? Quem quiser ver veículos que se dirija para lá. Mas certamente algum cérebro brilhante deve ter tido a idéia de privilegiar a exposição de veículos em detrimento do estacionamento dos clientes (NADA CONTRA O EXPOSITOR, apenas cito o fato que presenciei). Agora pergunto à administração do shopping Piracicaba:
Como devo proceder se eu não encontrar uma vaga e desisitir, quiser ir embora depois dos 15 minutos? Há vagas reservadas para podermos apenas PAGAR O CARTÃO mesmo sem ter usado o estacionamento? Como devo fazer para pagar a estadia se não acho vaga para parar? Será que posso parar o carro em cima de um canteiro (como alguns motoristas fazem)?
Encontrei uma vaga. Me dirigi ao cinema! Desafio 3: Conseguir uma entrada para o filme, cuja sessão iniciaria às 22h45, e eram 20h10!
Impossível! Afinal de contas são apenas 5 salas de cinema e apenas 2 salas com o filme que eu queria assistir, para um público potencial de aproximadamente 300.000 piracicabanos e mais alguma dezenas de milhares pessoas de municípios vizinhos que vêm à Piracicaba visitar nosso shopping. Bem, diante de tal indagação procurei saber qual a condição de minha cidade em relação ao ingresso per capito, fiquei entristecido com os número. Quem quiser saber sobre isso, veja em: http://www.filmeb.com.br/portal/html/materia11.php
As 21h30 eu estava sem ingresso para o cinema, desanimado e faminto! Já que não terei filme, quem sabe consigo comer alguma coisa para saciar o desanimo.
Me dirigi à praça de alimentação, alias, enquanto aquilo estiver em obras, se me permitem a sugestão, deveria chamar Praça da Lamentação e não de alimentação. Impossível andar nas proximidades de qualquer restaurante. Eu quase não frequento o shopping, então não sei dizer desde quando aquilo se encontra em obras e “CHEIRANDO ESGOTO” e sabe Deus até quando ficará dessa maneira.
Para fechar o dia, como bom Brasileiro, teria fazê-lo em PIZZA, eu me dirigi ao PIZZA HUT. Não desmerecendo os demais estabelecimentos que ali comercializam seu produtos o P.H. geralmente é minha opção devido o atendimento e pelas opções de massas que me agradam. Mas nesse dia: IMPOSSÍVEL. A fila na entrada do Pizza Hut deveria ser de 1 hora aproximadamente.
Resultado: Paguei meu cartão sem ter usufruido de nada no shopping. Não assisti meu filme! Tomei chuva quando fui até meu carro, esperei por mais de 30 (trinta) minutos na fila de saída do shopping, permaneci faminto nas dependencias do shopping (mesmo tendo dinheiro no bolso e estando disposto à gastar).
Só fui ter paz na citada noite quando me dirigi à uma pizzaria próxima ao centro da cidade e bem longe do Shopping. Uma sugestão de um amigo. A pizzaria chama-se FORNO DE BARRO, fica na Rua Regente Feijó, 513. Um ambiente familiar, onde fui recebido pelo vigia dos carros com um guarda-chuvas para que eu não me molhasse e estacionei na porta do estabelecimento, ali consegui uma pizza muito saborosa, com preço aceitável, e ótimo atendimento, ambiente agradável sem atropelos e sem pessoas esbarrando em mim. Tá dada a sugestão de jantar, visto que as opções de nosso shopping não comportam o número de pessoas que por ali transitam.
Então termino aqui, resumindo meus pensamentos e deixando algumas questões em aberto:
Seria no mínimo INTELIGENTE limitar o número de veículos no estacionamento do Shopping. Não acham?
Seria de boa índole liberar a saída dos “pobres diabos” (como eu) que desistirem de ficar dentro do shopping sem ter que pagar pelo “não uso” do estacionamento?
Será que Piracicaba não merece mais salas de cinema? (Se sim, por favor: FORA e longe do SHOPPING!!!)
Será que Piracicaba não merece outro Shopping? Ou apenas um shopping que se preocupe pelo mais com os pedestres e seus funcionários?
Somente a concorrência gera melhorias e avanço!
Até quando nossa cidade terá apenas um Shopping? A cidade de Maringá-PR (é um exemplo) Ela é um bebê se comparado à Piracicaba e possui diversos shoppings.
No sábado próximo assistirei o filme. Irei ao TIVOLI Shopping (Em SBO ou Americana – isso não importa). Prefiro gastar gasolina na pista, a queimar gasolina esperando em uma fila (para entrar e para sair). É uma pena que o município de Piracicaba deixa de arrecadar impostos devido à super-lotação do shopping e suas salas de cinema. Alias, não verifiquei, mas o cinema do TIVOLI deve ser mais barato que o Cinema do Shopping Piracicaba! E colocarei esse desabafo em meu BLOG!
Link para o filme que eu desejo assistir:http://www.moviecom.com.br/filme.php?idfilme=5798&id=SBO
Alias, eles colocam até o trailler no site. Legal, né?!
Obrigado por ter lido meu desabafo!
Luiz Paulo de Oliveira Santos
(19) 8147-8148